Lídice afirma que Ciro “agiu mal” ao atacar Dilma: “Não vamos aceitar”


Deputada baiana afirmou que, embora já tenha defendido o pedetista, lamenta a forma como ele se referiu à ex-presidente

Lídice afirma que Ciro "agiu mal" ao atacar Dilma: "Não vamos aceitar"

Foto: Reprodução/Facebook/Lídice da Mata

Por: Alexandre Santos

A deputada federal Lídice da Mata (PSB-BA) defendeu a ex-presidente Dilma Rousseff dos ataques feitos pelo presidenciável Ciro Gomes (PDT-CE) nesta quarta-feira (14). Para a parlamentar baiana, Ciro “agiu mal”.

“Assim como defendi @cirogomes dos ataques desproporcionais recebidos por ele em uma manifestação em SP, agora lamento a forma com a qual ele se referiu à ex-presidente @dilmabr. Ciro agiu mal. Sou mulher e já fui vítima deste tipo de atitude. Não vamos aceitar”, escreveu Lídice.

Em suas redes sociais, Ciro disse que errou quando lutou contra “o impeachment de uma das pessoas mais incompetentes, inapetentes e presunçosas que já passaram pela Presidência”, citando o nome da petista. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, ele também voltou a criticar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o acusou de ter conspirado para o impedimento da correligionária, em 2016.

Mais cedo, a ex-presidente publicou em suas redes sociais que  Ciro estaria tentando “de todas as formas” reagir à sua “baixa aprovação popular”. “Mais uma vez mente de maneira descarada, mergulhando no fundo do poço”, postou Dilma.

“O problema, para ele, é que usa este método há muito tempo e continua há quase uma década com apenas 1 dígito nas pesquisas”, seguiu a petista.

Ciro, por sua vez, disse que, na época do impechament de Dilma, ele estava defendendo a “integridade do cargo” que ela “toscamente ocupava”. “Se hoje você prefere estar ao lado dos que a traíram, obrigado por me poupar da sua incômoda companhia”, seguiu.

O poliítico cearense afirmou também que Lula foi um “dos maiores responsáveis pela desestabilização” do mandato de Dilma pois, segundo ele, o ex-presidente teria passado anos falando mal de Dilma durante seus dois governos.

Metro1